Não fosse a experiência e atenção do dono de uma funerária a morte de um homem de 52 anos teria sido dada como de formas naturais em Campo Erê, no Oeste do Estado.
O homem percebeu sinais de violência no corpo enquanto fazia os preparativos para o funeral. A PolÃcia Civil foi acionada e o crime tramado por uma mulher veio à tona.
No inÃcio da tarde desta quinta-feira, 30, a PolÃcia Civil, através da Delegacia de PolÃcia de Comarca de Fronteira (DPCo-Fron) de Campo Erê, prendeu a mulher de 45 anos de idade, suspeita da prática do homicÃdio ocorrido em 01 de dezembro, na Linha Ãrea Nova, no interior do municÃpio de Campo Erê.
Após tomar conhecimento do fato, a PolÃcia Civil passou a apuração da autoria, ocasião na qual foi dado inÃcio a diligências que resultaram na elucidação do crime cometido.
Entenda o caso:
Na noite do crime o proprietário de uma funerária situada em Campo Erê acionou a PolÃcia Civil para informar que havia constatado sinais de morte violenta em um cadáver que estava sendo preparado para o velório. No corpo, encaminhado pelo hospital com diagnóstico de morte por infarto, foram constatadas lesões tÃpicas de morte por asfixia. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) onde se aferiu que a causa da morte foi asfixia mediante estrangulamento.
Após investigações a polÃcia descobriu que a vÃtima foi âdopadoâ com uso de substância utilizada como anestésico em animais (adquirida em casa agropecuária) e posteriormente foi estrangulado sem que pudesse apresentar resistência.
Diante do trabalho investigativo houve representação pela prisão preventiva da suspeita do crime, que foi presa e confessou a prática do crime.
As motivações não foram reveladas pela polÃcia.

Fonte: PolÃcia Civil








